A dívida pública sempre foi conhecida por ser um lugar seguro no mundo dos investimentos. Um lugar que permitia a um portefólio apertar o cinto de segurança em alturas de maior volatilidade e, quiçá, ainda receber alguns cupões. Essa premissa já não é assim tão linear. O próprio conceito do ativo viu-se alterado pela conjuntura de mercado, em que as taxas de juro quebraram o zero e navegam agora em terreno negativo em grande parte do mercado. Num encontro promovido pela Carmignac, e com a presença de três profissionais nacionais da gestão ou seleção de fundos, quis perceber-se qual o papel deste ativo nos produtos multiativos. Serão ainda uma fonte válida de diversificação? A resposta parece ser “depende”.
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