As obrigações converteram-se numa classe de ativo muito difícil de gerir por muitos diferentes fatores que dificultam o trabalho aos profissionais encarregados de gerir esta classe de ativo. “Os diferentes segmentos de mercado de obrigações mostram uma correlação cada vez maior, o que tem um resultado negativo para os investidores deste segmento que tentam gerir o risco diversificando entre os distintos segmentos. O aumento das correlações implica que os investidores que desejam diversificar as suas carteiras de fixed income terão que se esforçar muito mais e procurar em todo o universo de obrigações para encontrar produtos que se comportem de forma independente”, explica Arif Husain, responsável de obrigações internacionais da T.Rowe Price e gestor do T.Rowe Price Global Unconstrained Bond. “Na prática, isto obrigará a abandonar os enfoques mais tradicionais, como as estratégias tipo barbell, por outras mais sofisticadas que invistam em segmentos e instrumentos considerados até agora como demasiado arriscados ou não convencionais”.
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