Christine Lagarde cumpriu três anos à frente do Banco Central Europeu (BCE). Mas o seu percurso não tem sido um mar de rosas. Tem tido, provavelmente, um dos trabalhos mais difíceis dos últimos anos. A crise e, posteriormente, a inflação puseram à prova a política monetária não convencional que os bancos centrais têm desenvolvido desde a crise financeira mundial. Durante a pandemia, e sob o seu mandato, as políticas da autoridade monetária europeia, coordenadas com a ação dos governos, evitaram uma crise muito maior. Mas, durante o tempo em que esteve ao comando da política monetária da Europa, Lagarde passou por uma grande evolução.
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