No início de fevereiro, muitos investidores decidiram reduzir drasticamente o risco em carteira perante um início de ano negativo. Casualmente, este movimento produziu-se por volta de 11 de fevereiro, dia em que as bolsas tocaram mínimos anuais. Na altura, muitos deles reconheciam que esta redução do risco era algo que os seus clientes agradeciam. O problema foi que, desde então, o mercado recuperou 12%. Estarão agora os clientes igualmente satisfeitos? Esta tendência de redução de risco alcançou inclusivamente muitas casas de análise, que perante o comportamento dos mercados optaram por recomendar aos seus clientes a redução da exposição ao mercado de ações. Segundo Jaume Puig, diretor geral da GVC Gaesco Gestión, a questão mais importante que o investidor deve considerar é se há algo que tenha verdadeiramente mudado para tomar este tipo de decisão.
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