Na sua globalidade, no período de 12 meses que terminou em março de 2017, as carteiras das gestoras de patrimónios (associadas da APFIPP) não evidenciaram uma flutuação significativa das alocações às diferentes classes de ativos. No entanto, as pequenas variações que se deram no período, bem como a fotografia geral, são coerentes com o perfil conservador tão característico do mercado português.
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