Os mercados de capitais têm registado elevadas desvalorizações, um movimento que se reflete nos ativos sob gestão em fundos mobiliários nacionais que, na generalidade, quer seja por via de saídas dos investidores quer por via de desvalorizações, estão em trajetória descendente desde março deste ano. O ano não tem sido propriamente sorridente para as gestoras de ativos a nível mundial, e as entidades portuguesas, na sua maioria, não têm escapado às quedas em termos de ativos sob gestão. Contudo, há exceções. Neste artigo apresentamos as quotas de mercado das entidades gestoras nacionais de fundos mobiliários com domicílio português e luxemburguês, com referência a setembro de 2022.
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