Aspetos a ter em conta para investir em ações de mercados emergentes, explicados por Devan Kaloo

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Foto cedida

Quando os investidores pensam nos mercados emergentes, tendem geralmente a associá-los a volatilidade, sobretudo no que respeita às ações. “O importante é que agora os mercados emergentes passaram de um sentimento negativo, motivado por causas domésticas, e passaram a ver-se afetados pelas circunstâncias globais”, explica Devan Kaloo, responsável global de ações da Aberdeen Standard Investments. Kaloo refere que o comportamento destes mercados se explica mais pela forte presença de investidores externos do que locais nas bolsas emergentes. “Isto acontece porque nestes países as taxas de juro são muito altas e os investidores domésticos preferem investir em obrigações; ao mesmo tempo, os pequenos investidores têm menos riqueza e preferem investir em ações”, indica.

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