A primeira casa internacional a ter a palavra foi a Invesco, com Lewis Aubrey-Johnson, head of fixed income, a explicar o atual - e complexo - contexto que se vive ao nível das obrigações. “Enfrentamos uma altura muito difícil para a procura de retornos”, frisou o especialista, lembrando que “25% das yields das obrigações governamentais da zona euro tem yields nominais negativas”, ou que “77% da dívida governamental da zona euro oferece menos de 1% de yield”.
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