Seria um acontecimento histórico, mas tudo indica que estamos a caminho disso: as trajetórias da política monetária dos EUA e da Europa poderão começar a divergir. Na reunião de abril, o Banco Central Europeu praticamente selou o seu plano de começar a reduzir as taxas de juro em junho, uma vez que a inflação está a caminho de atingir o seu objetivo de 2%. Por outro lado, na véspera, a inflação nos EUA voltou a registar um valor surpreendentemente forte, de 3,5%, o que retira a possibilidade de redução das taxas. Por outras palavras, o BCE poderá ser forçado a reduzir as taxas antes da Fed.
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