Nos mercados de crédito, a história é complicada. Os spreads ampliaram-se até níveis que, no passado, desencadearam um período de excedente de rentabilidade das obrigações corporativas em relação às soberanas. Na verdade, o aumento das yields globais parecem atrativas em termos de futuros retornos totais. O índice de obrigações corporativas com investment grade dos EUA rende cerca de 5%, enquanto que os índices de referência equivalentes na Europa rendem 3%. Perante este panorama, a menor volatilidade das taxas de juro e os baixos preços médios das obrigações deverão tornar o crédito mais atrativo no futuro.
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