As receitas das gestoras caíram no ano passado cerca de 1%, mas os custos aumentaram devido, em parte, aos custos que a normativa europeia traz consigo. Como resultado, o coeficiente de exploração – rácio que confronta os gastos com as receitas – aumentou em 2016 até 62%, enquanto que as receitas agregadas se reduziram em cerca de 2%. São dados do Boston Consulting Group, que no seu relatório Global Asset Management 2017: The innovator’s advantage considera que, apesar do lento crescimento dos ativos sob gestão e a pressão em comissões que se auguram na indústria, as receitas das gestoras continuam a crescer no futuro. Contudo: não o farão ao mesmo ritmo do que em anos anteriores.
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