Como construir uma carteira que continue a gerar rendimento com baixa correlação de ativos: dois casos práticos

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analogg, Flickr, Creative Commons

Num contexto de volatilidade crescente e baixa rentabilidade, é cada vez mais necessário recorrer à diversificação como um meio para proteger a carteira e ao mesmo tempo poder gerar alfa. Importa perguntar, portanto: Como conseguir uma carteira descorrelacionada que para além disso proporcione um rendimento atrativo? Os especialistas do Deutsche AWM analisam no relatório “O desafio da rentabilidade” as correlações entre distintos ativos durante o período de março de 2007 a junho de 2015 e indicam que realmente foi possível encontrar durante estes anos “interessantes oportunidades para a diversificação da carteira utilizando distintas classes de ativos high yield”. Por exemplo, destacam a correlação negativa ou ligeiramente positiva dos índices de obrigações corporativas europeias e dívida soberana europeia relativamente aos índices de ações com alta rentabilidade por dividendo, entre índices de obrigações corporativas face às obrigações soberanas ou de baixa correlação, e ainda entre os índices high yield relativamente aos de ações de alto dividendo e dívida corporativa líquida (ver tabela em baixo).

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