Nos últimos cinco anos, os fundos de curto prazo sofreram algumas mudanças, nomeadamente ao nível da sua denominação. Até ao final do ano passado eram conhecidos como “fundos de tesouraria”, e desde então passaram a denominar-se de ‘fundos de curto prazo’, sendo esta a categorização atribuída pela Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios. De acordo com a Associação, esta categoria engloba oito produtos de investimento que somam cerca de 834,5 milhões de euros em ativos sob gestão no final de agosto. Com este valor, o segmento é o quinto maior entre as categorias de fundos mobiliários da APFIPP.
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