Os primeiros quatro meses do ano foram muito melhores do que o esperado por um grande número de investidores que temiam que esta primeira parte do ano fosse uma sequela daquilo que foi o fatídico último trimestre de 2018. Ao fim e ao cabo, a queda que tanto os mercados de ações como os de obrigações protagonizaram na última parte do ano fez com que cerca de 90% dos ativos terminasse o ano com perdas.
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