Os investidores redescobriram a dívida emergente impulsionados pelas boas rentabilidades de 2025 e, sobretudo, pela expetativa de um dólar mais fraco. No entanto, para Shamaila Khan, responsável de Emerging Markets Debt & Asia Pacific na UBS AM, essa explicação é insuficiente. A melhoria, insiste, não começou com a viragem do dólar. “A dívida emergente denominada em dólares, tanto soberana como corporativa, gerou rentabilidades sólidas mesmo quando o excecionalismo norte-americano se mantinha intacto e a moeda não se depreciava”, assegura.
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