O último ano foi um teste de stress para as ações globais, marcado por uma concentração extrema em poucos valores, rotações massivas para grandes nomes ligados à inteligência artificial, tensões geopolíticas contínuas e um contexto de taxas estruturalmente altas. Neste cenário, o estilo quality growth sofreu uma forte deslocação, o que na Wellington Management denominam como quality crash. “Até meados do ano passado, o fator quality tinha superado o MSCI ACWI em cerca de 300 pontos base anualizados durante dez anos. E, de repente, vimos os investidores sair do quality para rodar para nomes especulativos de alta beta ligados à IA”, explica Aoi Nishiyama, diretora de investimentos do Wellington Global Quality Growth Fund, estratégia com Rating FundsPeople que combina análise fundamental de empresas com uma visão macro própria, para adaptar a carteira conforme o momento concreto do ciclo económico.
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