Uma das palavras que marcam os últimos meses nos mercados financeiros é, certamente, “flexibilidade”. Uma das formas de conseguir “aproveitar a onda” é o investimento realizado em fundos flexíveis, já que estes produtos “não assumem qualquer compromisso quanto à composição do património nos respectivos documentos constitutivos”, de acordo com a definição presente na Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios – APFIPP.
Este é um artigo exclusivo para os utilizadores registados da FundsPeople. Se já estiver registado, aceda através do botão Login. Se ainda não tem conta, convidamo-lo a registar-se e a desfrutar de todo o universo que a FundsPeople oferece.
