Uma aposta que tem gerado rentabilidade com um nível atrativo de risco nos últimos anos tem sido a posição longa em obrigações do Tesouro dos EUA, ou em bunds alemães. Isto poderá mudar, tendo em conta os níveis nos quais negoceiam numerosas referências da dívida de mercados desenvolvidos. Esta questão reflete-se num relatório publicado recentemente pela Fidelity International, assinado por Dierk Brandenburg (analista sénior de dívida pública), Andrea Iannelli (diretor de investimentos), Adnan Siddique (redator de investimentos) e Aimee Stewart, responsável de visualização de dados. Estes especialistas afirmam que “o posicionamento longo em dívida pública se está a massificar”.
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