O agregado dos ativos sob gestão em fundos mobiliários portugueses mostra uma evolução relativamente contida ao longo do tempo. Num período de um ano, com referência a 30 de junho de 2018, os ativos cresceram uns meros 2,5%, e o mais recente trimestre trouxe consigo um recuo nos ativos na ordem dos 1,2%. Contudo, as variações nos ativos dentro do universo de fundos de cada uma das categorias mostra uma evolução bastante mais volátil do que o agregado das diferentes estratégias.
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