Acabou o primeiro semestre do ano, um dos mais estranhos de que há memória, tanto a nível social, pelas medidas tomadas no sentido de acabar com a expansão do coronavírus, como no que diz respeito aos mercados. Não é em vão: nestes seis primeiros meses de 2020 viveu-se tanto a queda mais pronunciada do mercado desde a Grande Depressão até ao maior rally bolsista visto em muito tempo, ao calor das extraordinárias medidas levadas a cabo pelos bancos centrais e governos para limitar ao máximo possível o efeito negativo do COVID-19 na economia mundial.
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