Com um bom início de ano de 2018, mas um final não tão favorável assim. É com esta tónica que a Fundação Champalimaud – a segunda com maior volume de património em Portugal – descreve o comportamento da gestão do seu património financeiro no ano de 2018. Desta forma, escrevem no relatório e contas da entidade que “apesar de um forte início de ano”, 2018 ficou marcado por um “quarto trimestre turbulento, com receios de desaceleração do crescimento global, tensões geopolíticas e aumento das taxas de juros nos EUA, convergindo, nos últimos meses, para a queda de valor dos ativos financeiros”.
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