O mês de março, como recorda Raul Póvoa, do Invest Gestão de Activos, foi condicionado “positivamente pelo aumento do Banco Central Europeu ao nível do montante de compras mensais de ativos para 80 mil milhões, mais 20 mil milhões do que o montante considerado no anterior programa”. O trimestre, refere, “caracterizou-se por uma elevada volatilidade”, mas os clientes viram-se salvaguardados pela “alocação defensiva” com que “iniciaram o ano”. Assim, foi permitido aos investidores, ao longo do tempo, “aumentar a exposição a ativos com risco”.
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