Recentemente, a CMVM publicou o primeiro Relatório Anual sobre a Exposição do Mercado de Capitais ao Risco Climático. Este documento pretende estar em linha com a abordagem “construtiva, proporcional e de proximidade com todos os agentes do mercado”, em que a CMVM se revê, procurando "dinamizar o mercado de financiamento sustentável nacional". Desta feita, neste artigo focamos essencialmente na exposição que os organismos de investimento coletivo (OIC) mobiliários, concretamente fundos de ações e obrigações emitidas por empresas, têm face ao risco climático. A relevância da análise é inquestionável e a incidência também dado que, segundo o relatório, "as carteiras dos OIC mobiliários contêm ações e dívida privada que, em conjunto, representavam, no final de abril de 2023, 44,9% do valor total dessas carteiras".
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