O mercado fora da UE é, no espectro das ações, o mais relevante dentro dos fundos nacionais. Algo que, claro, não introduz grande novidade, tendo em conta a dimensão que por si só o mercado acionista norte-americano compõe em termos genéricos. No final de agosto passado, os fundos mobiliários nacionais alocavam 881,9 milhões de euros a ações cujo destino de investimento é fora da UE, revelava recentemente a CMVM nos seus indicadores mensais dos fundos de investimento mobiliários.
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