Leilão de dívida portuguesa a curto prazo ainda com taxas negativas, mas esperam-se subida das taxas por parte do BCE

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Créditos: Louis Paulin (Unsplash)

Depois da última reunião do BCE em que Frankfurt deixou os juros parados, surge mais uma emissão de bilhetes de tesouro. Portugal foi esta quarta-feira aos mercados para uma emissão a três meses, onde colocou 800 milhões de euros em dívida, e a 11 meses, colocando mais 451 milhões. “O movimento nas taxas foi diferente em função das maturidades. No leilão de 3 meses assistimos a uma descida da taxa de -0,618% para os atuais -0,64%, já no leilão para 11 meses, a taxa subiu dos -0,555% para os -0,314%”, indica Filipe Silva, diretor de Investimentos do Banco Carregosa.

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