Entramos num cenário em que a inflação está a diminuir e a política monetária continuará a ser restritiva, tanto nos Estados Unidos como na Europa, mas onde o risco de uma recessão económica a nível global diminuiu. “O crescimento vai ser discreto, mas estará em terreno positivo. Há uns meses, atribuímos uma probabilidade de 35% a um cenário de contração da atividade económica a curto prazo. Agora, essa percentagem baixou para 25%. Normalmente, a média é de cerca de 15%. Por isso, o risco continua a existir, mas a probabilidade de ocorrer daqui a seis meses é menor. O consumo, essencial para a evolução do PIB, continua a crescer, apoiando-se na poupança das famílias e num mercado de trabalho muito forte”, explica Lucía Gutiérrez-Mellado.
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