O sell off recente nos mercados emergentes deixou muitos investidores de pé atrás relativamente a este universo de países. Contudo, Medha Samant, investment director da Fidelity International, veio recentemente a Lisboa desmistificar aquela que pode ser uma ideia errada relativamente ao mercado asiático em específico, porque, como se diz na gíria popular, “a parte não pode ser tomada pelo todo”. “Fazendo uma analogia com um corpo, podemos dizer que quando olhamos para o core da Ásia verificamos que este ainda está muito forte. Trata-se da região que ainda cresce mais rápido no mundo, conduzida pelas reformas em determinados países e por lideranças relativamente estáveis. Temos assistido a uma recuperação dos lucros que apareceu em 2017 e, mais importante do que isso, foi a reduzida alocação a ações asiáticas”, começou por explicar a especialista.
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