Após o ciclo de subidas mais agressivo da história da zona euro, Michael Krautzberger acredita que nos encontramos num ponto de viragem. “O BCE reconheceu na sua reunião de setembro que as taxas atingiram níveis que, se forem mantidos por um período suficientemente longo, contribuirão substancialmente para o regresso da inflação ao seu objetivo de 2%. A inflação na zona euro apresenta agora uma tendência significativamente descendente, e os principais indicadores apontam para uma nova descida rápida das taxas de inflação homólogas a partir de agora. Também observam sinais claros de que as anteriores subidas de taxas estão a afetar a economia real”, afirma.
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