Cada dia que passa o mercado de obrigações parece estar mais complicado. A volatilidade durante os últimos três anos foi de 3,5%, quando agora se move entre 6% e 8%. A qualidade média dos ativos baixou, enquanto que os spreads não se alargaram. “Isto significa assumir mais risco e o não pagamento por ele”, assegura Alan Cauberghs, diretor de investimentos de obrigações na Schroders. É – segundo o especialista – um cenário especialmente complicado para a gestão passiva. O beta pode acabar por ser uma opção cara e perigosa, especialmente no atual contexto de mercado. O Alpha é uma proposta muito mais atrativa nestes momentos. As estratégias globais e flexíveis capazes de gerar rentabilidades positivas tanto se a qualidade do ativo aumenta ou diminui ou os spreads se ampliam ou se estreitam, acaba por ser a melhor opção hoje em dia”, assegura.
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