Ler, interpretar, perceber. Esta foi uma das dinâmicas mais exigidas no processo de implementação de MiFID II por parte das entidades financeiras, e a banca privada não foi exceção. Contudo, esse não foi de todo um processo linear, principalmente no que à interligação com o regulador diz respeito. Pelo menos assim
o comprovaram as entidades desta área de negócio num pequeno-almoço recente organizado pela FundsPeople. Do BBVA Portugal, Rui Corrêa d’Oliveira lembra que tanto o regulador como a CMVM “tinham os mesmos textos para trabalhar”, mas quando existia um pedido de ajuda esse tardava. “Não porque não a quisessem dar, mas porque também tinham dificuldade em interpretar”, explica o especialista, que sentia “alguma ambiguidade nos textos”. Do regulador, recorda, ouvia: “Terão de agir segundo o queestá na lei”, lembra. Tudo isso gerou, na opinião de todos os presentes, alguma falta de harmonização entre bancos, em processos como a perfilagem de clientes, por exemplo.
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