Navegar por mares agitados? O Barclays incitou a BlackRock a conduzir essa viagem

Seminario_Investimento_Barclays_BlackRock_Novembro_2015_-_3
Cedida

Se no ano passado o Barclays e a BlackRock se associaram com o objetivo de dar aos clientes do banco um olhar sobre a reforma, este ano o tema que juntou as duas entidades foi mais vasto. André Themudo, ‘sales’ da gestora  internacional para o mercado ibérico, depois de uma pequena introdução sobre a história da BlackRock, foi direto ao assunto que o reuniu ‘frente-a-frente’ com uma sala cheia de clientes do segmento affluent e private do Barclays, bem como com colaboradores da instituição. Subordinado à temática “Como navegar em mares agitados”, o profissional começou por lembrar que “o binómio rentabilidade/risco dificilmente é cumprido”. No que toca ao ano de 2015 frisou que se na primeira metade do ano “foi praticamente impossível não obter rentabilidades positivas”, no terceiro trimestre aconteceu um volte-face por causa de dois factores em específico. Por um lado “a desaceleração da China” e, por outro lado, a incerteza relativa à “decisão da Fed em subir ou não as taxas de juro”. A maior parte das classes de ativos reagiram em consonância com estes factores, diz André Themudo, embora acredite que “existiu uma sobre-reação dos investidores em geral”.

Este é um artigo exclusivo para os utilizadores registados da FundsPeople. Se já estiver registado, aceda através do botão Login. Se ainda não tem conta, convidamo-lo a registar-se e a desfrutar de todo o universo que a FundsPeople oferece.