O caminho do carry no investimento em obrigações

caminho estrada

Num encontro recentemente promovido pela Carmignac com quatro profissionais do mundo da gestão de ativos nacional e internacional, foi longe de consensual o resultado da discussão acerca do potencial diversificador da dívida soberana num portefólio multiativos. A verdade é que, seja encarado como mais ou menos diversificador, o potencial de rentabilidade por via do carry é quase nulo ou bem negativo, dependendo da disposição dos gestores para assumir risco-país ou duration. Mas se a dívida pública representa tal desafio, qual a solução? Onde se encontra valor no segmento de fixed income sem comprometer os parâmetros de risco de um portefólio equilibrado?

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