O primeiro trimestre não foi, de todo, positivo para o mercado nacional de fundos mobiliários. Dados do Banco de Portugal apontavam para que as perdas e resgates aconteceram em toda a linha e nem os fundos de obrigações ficaram a salvo. Abril não se apresenta melhor. Com base em dados divulgados pela CMVM, o total de ativos sob gestão em fundos mobiliários de domicílio português sofreu uma quebra de 300 milhões de euros, ou 1,6% no mês, fechando abril nos 18.398,2 milhões de euros. Os organismos de investimento coletivo em valores mobiliários (OICVM) foram mais penalizados, com uma quebra de 1,6% enquanto os fundos de investimento alternativo (FIA), perderam 0,8% dos ativos.
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