O que esperar de 2026 nas ações e obrigações? Os selecionadores nacionais respondem

atlas, perspetivas
Créditos: Siddhant Kumar (Unsplash)

O ano de 2025 ficou marcado por um regresso do interesse simultâneo por ações e obrigações, num contexto de normalização gradual da política monetária e de forte divergência económica entre os dois lados do Atlântico. As obrigações beneficiaram do início do ciclo de cortes de taxas por parte do BCE, enquanto a Reserva Federal manteve uma postura mais cautelosa. Nos mercados acionistas, os EUA voltaram a destacar-se, impulsionados pela resiliência económica e, sobretudo, pelo desempenho das grandes tecnológicas, enquanto a Europa enfrentou um ano mais exigente, penalizada por crescimento mais anémico e incerteza política. 

O que esperar agora de 2026? Pedro Bravo, selecionador e gestor de fundos da IM Gestão de Ativos, reflete, entre outros temas, sobre o principal motor das ações globais no primeiro semestre deste novo ano, enquanto Filipe Silva, responsável de Obrigações do Banco Carregosa, e Rita González, partner na Baluarte, analisam o mercado obrigacionista.