As primeiras semanas de 2020 voltaram a situar a geopolítica no centro das decisões que tomaram os investidores. O conflito comercial entre os EUA e a China que marcou tanto o rumo dos mercados durante o ano passado encontrou um relevo na tensa relação que mantêm os EUA e o Irão. Este novo conflito devolveu a volatilidade ao mercado e impulsionou o investimento em ativos refúgio, além do petróleo, mas também em obrigações. Ao fim e ao cabo, ninguém espera já uma mudança na política monetária dos dois grandes bancos centrais que ameace este tipo de investimentos.
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