O Banco Central Europeu caminha sobre uma linha ténue. Continua a oferecer o seu apoio sem gastar de uma vez todas as suas balas. É a conclusão final da primeira reunião do ano com a entidade monetária. Uma reunião que se realizou sem novidades reais, mas que deixa antever a complexidade dos próximos meses. Como evitar assustar os mercados sem cair na complacência perante os possíveis riscos? Para as gestoras internacionais, esse é o grande desafio do BCE.
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