Começou 2018 e, apesar da perspetiva de uma política monetária mais normalizada, o certo é que mais de 20% das obrigações globais continuam a cotar com taxas negativas. Entretanto, a procura por retornos continua elevada particularmente na Europa, o que está a colocar sérios dilemas a investidores e gestores de fundos. E, neste momento, parece que a tónica será semelhante, já que Mario Draghi indicou na primeira reunião do BCE deste ano que as probabilidades de uma subida das taxas em 2018 são muito baixas, para não dizer nulas.
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