Mesmo tendo as bolsas dos EUA e da Europa vivido uma grande catarse neste início de ano, com perdas anuais que rondam os 10%, a visão da J.P. Morgan AM sobre ambos os mercados de ações continua a ser positiva. O mesmo não acontece nos mercados emergentes, onde a entidade mantém uma visão negativa. Na verdade, um dos principais medos da entidade é que a desaceleração do crescimento económico dos países em vias de desenvolvimento acabe por afectar o mundo desenvolvido. A questão principal é perceber qual será o impacto de um hard landing da economia chinesa sobre o PIB mundial. É curioso, já que há uns anos atrás acontecia precisamente o contrário. Ou seja, o crescimento económico global era liderado pelos emergentes e o risco era que a desaceleração do crescimento no mundo desenvolvido acabasse por afectar os emergentes.
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