O Japão foi visto como sendo a opção “segura” para a realização dos jogos olímpicos de 2020, colocando de lado as alternativas “Istambul” e “Madrid”. No dia do anúncio a celebração fez-se em terras nipónicas, e “esse sentimento foi transportado para a bolsa na segunda-feira seguinte, com o mercado de ações japonesas a crescer 2%”, conta Taku Arai, product manager de ações japonesas, na Schroders.
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