A primeira metade do ano foi marcada pela vacinação em massa da população mundial. Embora no início do ano tenham surgido alguns atrasos na disponibilização das vacinas, e várias variantes da COVID-19, a produção e a distribuição das vacinas já progridem ao ritmo pretendido. Esta evolução permitiu que a reabertura da economia mundial fosse mais célere do que o estimado, sendo já visível nos números das projeções para o crescimento económico mundial por parte de vários organismos, como por exemplo o FMI, OCDE, assim como pelos principais bancos centrais. Revisões suportadas por uma melhor adaptação da população às restrições pandémicas, ao avanço do processo de vacinação e pelos reforços nos estímulos governamentais. Como consequência, a reabertura da economia aliada às fortes injeções monetárias por parte dos bancos centrais e os fortes estímulos governamentais começam já a pressionar uma procura no consumo acima da oferta disponível, originando inevitavelmente, a subida de preços, ou seja, inflação. Portanto, enquanto a oferta não se ajustar ao crescimento do consumo, vamos assistir a picos de inflação, com valores acima das metas propostas, levando a algumas situações de escassez nas cadeias de abastecimento.
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