O rácio de dívida sobre PIB da África Subsaariana atingiu um mínimo próximo dos 20% em 2008. Para tal contribuiu o perdão de dívida, nomeadamente por parte de entidades como o FMI e o Banco Mundial (em 2005), o crescimento económico e a disciplina orçamental por parte dos referidos países. A trajetória ascendente verificada desde então pode suscitar algumas preocupações. Numa comparação internacional, o rácio não parece excessivamente alto. No entanto, deve ter-se em conta que as economias subsaarianas suportam custos da dívida relativamente elevados, que a capacidade de gerar receita através da cobrança de impostos é limitada e que o contexto nos mercados desenvolvidos é de subida, ainda que faseada e progressiva, das taxas de juro.
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