Durante o último trimestre, os índices de ações chinesas têm tido um desempenho significativamente inferior aos pares americanos, tendo o índice de referência de empresas tecnológicas chinesas – CSI China Internet ETF – corrigido mais de 35% neste período. A causa primária desta contração pode ser atribuída a um regime de medo proveniente da percecionada escassez de liquidez perante uma normalização de estímulos fiscais (China SHIBOR superou o patamar dos 3%), especulação dum possível contágio referente ao incumprimento da dívida subordinada do Huarong Bank, headline risk das novas diretrizes regulatórias nos sectores de eCommerce, EdTech e FinTech e o atípico fluxo e volumes erráticos de capital nos mercados acionistas, derivado da implosão Archegos Capital que impulsionou o pior episódio de desalavancagem de ADR chineses desde 2015, de acordo com o Goldman Sachs. Em contrapartida, a composição dos principais indicadores económicos (segundo a mais recente divulgação do China Beige Book) já recuperaram quase na totalidade para os níveis pré Covid num caso clássico de first-in, first-out. Similarmente a China New Economic Index, impulsionado pela robusta atividade corporativa, inovação industrial e ventos favoráveis de políticas self-sufficiency como o Made in China 2025 e a Internet+, atingiu um máximo histórico de 29.1%, o que significa que setores da nova economia já representam 29.1% dos inputs domésticos chineses - um recorde histórico.
Este é um artigo exclusivo para os utilizadores registados da FundsPeople. Se já estiver registado, aceda através do botão Login. Se ainda não tem conta, convidamo-lo a registar-se e a desfrutar de todo o universo que a FundsPeople oferece.
