No nosso entender, a economia norte-americana continuará a ser a locomotiva do mundo e crescerá na ordem dos 3% em 2015. No atual contexto, pensamos que as ações são mais atrativas do que as obrigações norte-americanas. Preferimos empresas com presença global mais ligadas ao consumo interno e sectores como o da saúde, o financeiro, o do consumo discricionário, o do consumo básico, o industrial e o das tecnologias de informação, que no seu conjunto se estão a beneficiar de um dólar mais forte. Estimamos um crescimento do EPS em torno a 8%.
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