No dia 29 de dezembro de 2015, os mercados de crédito europeus entraram em estado de choque com a decisão do Banco de Portugal de confiscar o valor de cinco emissões de divida sénior do Novo Banco. De notar que desde novembro de 2014 que o BCE é o responsável pela supervisão do banco, tendo em novembro de 2015 notificado o banco para a necessidade de fazer face a necessidades de capital no valor de 1.400 milhões de euros (valor em “falta” no capital do Banco no cenário mais adverso dos testes de stress conduzidos pelo BCE). Ora nesta situação o banco teria que apresentar um plano (os designados “remédios”) num espaço de entre 6 a 9 meses. O que fez o Banco de Portugal em dezembro? Confisca ativos de 2 biliões e “resolve” de uma assentada os problemas de capital do banco.
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