Com os mercados accionistas norte-americanos a recuperarem parte significativa das perdas registadas no arranque de Fevereiro e os investidores menos ansiosos relativamente a um eventual surto inflacionista, as atenções voltam-se esta semana para a reunião de política monetária da Reserva Federal norte-americana que poderá ditar a sexta subida dos juros no actual ciclo de “tightening”. De acordo com o consenso de mercado, Jerome Powell, novo presidente da FED e sucessor de Janet Yellen, deverá aumentar a taxa de juro de referência em 25 pontos base para o intervalo entre 1,50%-1,75%, atendendo aos sinais de resiliência da economia norte-americana e ao crescimento sincronizado partilhado com os demais blocos económicos. No mercado de taxas de juro, assistiu-se nas últimas semanas a alguma reversão do “steepening” da curva de rendimentos presenciado após o pico de aversão ao risco de Fevereiro, estando a taxa de juro dos 10 anos relativamente ancorada entre os 2,80-2,90%. Na próxima semana, será igualmente importante acompanhar nos EUA a primeira leitura de Março do indicador PMI Manufacturing (evolução da actividade industrial).
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