Nos últimos anos em Portugal muito se tem falado da importância dos mercados, como se estes personificassem o cruel Adamastor que mais uma vez se agigantou em desfavor do povo português. Apesar de alguns dos setores socioeconómicos e algumas sensibilidades políticas do país, ainda não terem devidamente assimilado que vivemos há décadas numa economia de mercado, esta realidade tem permitido financiar e garantir a própria democracia, assente num modelo regulamentado e cada vez mais integrado num espaço económico único na Europa, a União Monetária.
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