No entanto, apesar da elevada volatilidade registada ao longo do mês, os activos de maior risco conseguiram apresentar rendibilidades ligeiramente positivas face ao final do mês de Junho. Ao nível da dívida soberana, a Cimeira Europeia de 28 e 29 de Junho não conseguiu apresentar soluções definitivas para a crise, e os mercados continuaram com receio de que Espanha não conseguisse evitar um pedido de ajuda formal à União Europeia. Durante Julho, as regiões de Valência e Múrcia solicitaram ajuda ao governo central e outras poderiam seguir-se. Nos últimos dias de Julho, o presidente do BCE, Mario Draghi, afirmou que o BCE tudo faria para salvar o Euro, o que aliviou o sentimento negativo em torno da dívida periférica europeia e do próprio Euro.
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