Não me parece que 2014 seja 1640 novamente, mas existem fundadas expectativas de recuperação de uma certa autonomia no âmbito da Política Fiscal após a conclusão (com sucesso) do programa internacional de assistência e recuperação financeira ainda em implementação em Portugal. O caminho percorrido no ajustamento externo parece ter sido o correcto, podendo sempre questionar-se a velocidade com que esse ajustamento foi feito, mas não é razoável continuar a colocar o crescimento das exportações como principal motor de crescimento/recuperação da economia sem se levar em consideração um previsível aumento da importações de bens de investimento (maquinaria, ferramentas, novas tecnologias) necessários para a manutenção de vantagens competitivas das empresas nacionais concorrentes nos mercados internacionais.
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