Em 2025, a liderança em rentabilidade deu uma reviravolta radical face a 2024. Num contexto marcado pela persistência da incerteza macroeconómica, pelas tensões geopolíticas e por um maior protagonismo dos ativos refúgio, os metais preciosos e as empresas mineiras situaram-se no centro das carteiras mais rentáveis. Esta mudança de narrativa reflete-se com clareza no ranking dos fundos internacionais com melhor comportamento do ano, onde o ouro e os recursos naturais concentram a maioria das primeiras posições, com rentabilidades que em muitos casos superam os 100%.
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