O mês de março – ou as suas duas últimas semanas – foram suficientes para que os investidores perdessem a calma, e não resistissem a sucumbir ao “nervoso miudinho” provocado por quedas expressivas dos ativos de maior risco. Como vimos, em março foram poucas as entidades gestoras de caráter nacional com fundos domiciliados em Portugal e no Luxemburgo que conseguiram escapar aos resgates líquidos no mês, embora, como também lhe demos conta, o montante resgatado no terceiro mês do ano apenas representou 4.4% dos 13,82 mil milhões de euros por estas geridos no término de 2019.
Este é um artigo exclusivo para os utilizadores registados da FundsPeople. Se já estiver registado, aceda através do botão Login. Se ainda não tem conta, convidamo-lo a registar-se e a desfrutar de todo o universo que a FundsPeople oferece.
